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quarta-feira, 13 de maio de 2026

O Imperialismo Evangélico Brasileiro na América Latina e o Dever Revolucionário de Cada Um no Combate

É de notório saber que as igrejas evangélicas do Brasil não passam de grandes "trusts" financeiros e são financiadas pela classe talmudica de novos ricos frutos do maldito neo liberalismo americanista que infesta nossa nação. Mais o que também é de notório saber é que, o poder fiduciario dessa camarilha alem de explorar o próprio país (Brasil) esta indo alem das fronteiras.

Recentemente as notícias da ida de centenas se empresários parasitas do brasil a solo paraguaio é apenas uma amostra do que esta sendo construído dentro dos templos imundos dos evangélicos: o domínio político e econômico dos países vizinhos. Dentro em breve o Paraguai, assim como ja esta ocorrendo com a Bolivia, será um pais colonizado pelo capitalismo tamludico brasileiro, e alem de ter seus recursos esvaziados, também sofrerá o processo de colonização cultural- onde a cultura e tradição são substituídos pelo fanatismo religioso pentecostal.

Além do fato de que esses empresários de espírito judíaco querem fugir de suas responsabilidades de garantir renda decente e recorrem a países com menores encargos trabalhistas, há também o lado do projeto de poder evangélico - eles já adentraram o capital e a política brasileira, agora é hora de repetir o processo nos países vizinhos não apenas para submete-los no teor religioso, mais no econômico. O Brasil ancia virar a potência-mor da América Latina, e essa ambição movida pelo ímpeto cruel e desumano dos evangélicos ganha potencia.

O projeto de poder evangélicos já não é mais segredo, implementado pela CIA nos anos 1970 no Brasil como forma de combater a influência social católica, os evangélicos brasileiros foram astutos o suficiente para assumir o protagonismo da exploração do próprio pais - vide Edir Macedo e seu imperio que é um trust midiatico- Edir possui 3 redes de televisão (Record,Record News e Rede Família- e esta pensando comprar a CNT) e ninguém questiona esta posse, pelo poder talmundista exercido pelo empresariado maquiavélico e impetuoso dos evangélicos.

Não existe raça mais maléfica e maldosa que os evangélicos, e isso é de notório saber. Evangélicos são pessoas que sofrem de perturbaçoes e obsessões espirituais e por meio disso eles expandem seu sofrimento- impondo aos outros seu sofrimento por meio de restrições morais e até mesmo os submetendo financeiramente por meio do emprego.

Percebam, não existe um evangélico com paz de espírito: basta que eu diga que sou espírita para que eles subam pelas paredes. Bastam eles verem o amor de duas mulheres que eles são possuídos pelo ódio e rancor dos obsessores.

É necessário que os países vizinhos comecem a acordar e combater essa onda de parasitas que não possuem nenhuma boa intenção consigo mesmos - não existe boa intenção em uma ruma de talmudicos, dominaram a Bolivia, estão empestiando o Paraguai e em breve - junto dos Judeus - tomarão a Argentina, mais terão que disputar com os Sionistas quem será o dono do país. Mais dentro em breve o imperialismo brasileiro estará nesses países fragilizados.

Para o Chile será mais difícil este projeto, provavelmente o Chile será o caso sui generis do continente, apenas uma crise Chilena dará portas o suficiente pro câncer evangélico adentrar o Atacama. É necessário que a america latina resista a essa cavalgada final do evangelismo talmudico. 

Não estou dizendo para que os latinos repudiem os brasileiros, pelo contrário, estou falando para eles resistirem as investidas dos invasores: Empresários, Religiosos e até mesmo, criminosos.

No Brasil é conhecida a ligação de evangélicos e o crime organizado, e não será de impressionar quando os mesmos usarem o narco-estado para impor sua religião por meio da violência, como ja vem fazendo nas favelas. Os criminosos cruéis são evangélicos, creem nas baboseiras talmudicas dos pastores plasticos sujos, os mesmos que matamos pessoas de forma cruel são os mesmos que creem neste Jesus neo liberal que é mamon, o deus do dinheiro.

Os evangélicos na verdade não são cristãos - são uma seita judaíta. Eles desprezam a nova aliança (novo testamento) e tem ênfase na torah (velho testamento). É conhecida também a adulação dos mesmos a Israel e aos Sionistas, e isso não é por acaso! São quase gêmeos! Portanto meus caros, contra fatos não há argumentos 

Os evangélicos são uma classe burguesa, de termos talmudicos, que usam da opressão econômica, moral - e no caso do crime organizado, criminosa - para impor sua força perante a sociedade. E na escala espiritual são legiões de pessoas com obsessores que impõem esse sofrimento por meio de mecanismos de poder e materiais.

A RESISTENCIA NO BRASIL 

é necesario que nós brasileiros também resistamos - é mais fácil para nossos irmãos latinos a resistência, pois os brasileiros estão em posição de invasores . Mais e nós que estamos no campo dominado pelo inimigo?

Antes de tudo a compreensão é essencial, quando compreendemos que os evangélicos não se tratam de uma religião ou classe religiosa mais sim de uma classe de perturbados governada por burgueses proprietários de grandes "trusts" e que eles estão distantes de serem evangelistas, mais sim são apenas peças de um projeto de domínio. 

Não estamos falando aqui para hostilizar públicamente os evangélicos - mais devemos sim, manter distância deles, pois uma maçã podre estraga um cesto inteiro. É questão de tempo para que quando você estiver fragil esses vampiros sugadores da vitalidade espiritual alheia venham lhe predar lhes trazendo um evangelho falso de más notícias.

Não podemos ser amigos dos evangélicos, claro, não podemos despreza-los, pois seria desumano e desumanidade e coisa deles - mais não podemos deixar terreno pra eles. Deixe bem claro que existe um limite. Os respeite, os trate bem, mais quando eles tentarem evangelizar IMPESSA. Não deixe eles falarem, interrompam, digam que não e na insistência - deixem falando sozinho. 

E quando insistirem, quando tiverem um acesso de raiva querendo lhes impor a sua "verdade" não hesitem em descer a lombra nos mesmos! 

Em caso de insistência, devemos adotar a técnica usada por uma seita cristã americana, as testemunhas de Jeová- a Desassociação. Simplesmente finja que eles não existam, ignorem - parte do poder dos evangélicos vêm justamente dessa atenção que é dada pra eles, quando são ignorados eles perdem essa força e essa dita voz que tecnicamente possuem.

Não deixemos eles pregarem nos ônibus, nem nas nossas portas, quando puderem não permitam. Mudemos! Impessamos a eleição de evangélicos nos parlamentos, que não se de a confiança de jeito nenhum a eles, que se possível, não enchamos suas burras de dinheiro, quanto mais poder a gente puder tirar tirar das mãos deles mais fracos eles irão ficar. 

Esvaziar o poder dos evangélicos é um trabalho árduo, mais necessário. Antes morrer que se submeter ao julgo imoral dos exploradores com panca de imperialistas.


-Natanael Corrêa dos Santos 


terça-feira, 12 de maio de 2026

O Capitalismo como Obsessão Espiritual Coletiva e a Necessidade de sua Superação como Processo de Desobsessão Histórica

Não se trata apenas de economia, não se trata apenas de política.

Trata-se de um estado de perturbação do espírito em escala social.

O capitalismo, especialmente em sua fase tardia (meta-capitalismo), deve ser compreendido não apenas como um sistema de exploração material, mas como uma forma de obsessão espiritual coletiva - E aqueles que recusam essa formulação o fazem não por rigor, mas por limitação de percepção,por não seres esclarecidos o suficiente pra tal.

A tradição organizada por Allan Kardec já descrevia, com precisão, o fenômeno da obsessão: um espírito influencia outro, não pela força física, mas pela persistência, pela afinidade e pela repetição de ideias que se infiltram até parecerem próprias.

Ora, o que é o capitalismo senão isso em escala ampliada? O que são os capitalistas além de pessoas perturbadas e manipuladas pelos maus espíritos? Há algo pior para um espiritualista do que o homem materialista ao extremo? Que não vê limites na sua cobiça e explora seus irmãos para tal? - O capitalismo é um fenomeno de perturbação do espírito em escala social que predomina a atual civilização mundial.

Uma repetição incessante de valores: acumular - competir - possuir - distinguir-se - separar-se - Essas ideias não se apresentam como imposição externa, apresentam-se como um  pensamento natural, como parte da "natureza humana".

E é precisamente isso que caracteriza a obsessão: quando o que é induzido passa a parecer espontâneo.

O indivíduo moderno acredita desejar aquilo que lhe foi inculcado: acredita querer o acúmulo, acredita querer a superioridade, acredita querer a separação. Mas, no fundo, experimenta um desconforto persistente —uma inadequação que não consegue nomear.

Esse desconforto é o espírito reagindo àquilo que não lhe corresponde.

Devemos ir além: não se trata apenas de indivíduos obsediados, mas de uma estrutura social inteira sustentada por estados obsessivos compartilhados. Empresas, mercados, instituições — tudo opera como canais de reprodução dessa influência, essas instituições oprimem os indivíduos por meio do poder economico e de lei que possuem, perpetuando o sofrimento.

E mais ainda: há certa afinidade.

Os espíritos que ainda se encontram presos ao egoísmo, à avareza, à necessidade de domínio — encarnados ou não — encontram no capitalismo o ambiente ideal para manifestar-se e perpetuar suas tendências.

Assim, forma-se um circuito: consciências atrasadas produzem estruturas sociais atrasadas, estruturas sociais atrasadas reforçam consciências atrasadas. E esse ciclo se mantém até que algo o interrompa.

Mas nenhum processo histórico é eterno - e aqui surge o ponto de ruptura.

O espírito humano, como demonstrado por Allan Kardec, não permanece indefinidamente no mesmo grau - Ele evolui. E ao evoluir, torna-se progressivamente incompatível com formas baseadas na separação absoluta.

É nesse momento que a obsessão começa a falhar.

Os sintomas já são visíveis. Nunca houve tanto acesso a bens — e nunca houve tanta insatisfação.

Nunca houve tanta comunicação — e nunca houve tanto isolamento.

Nunca houve tanta promessa de realização individual — e nunca houve tanto esgotamento psíquico.

Essas contradições não são falhas do sistema. São sinais de que ele já não consegue manter a coerência psíquica necessária para sua reprodução.

Em termos espirituais, isso significa: a obsessão já não se sustenta com a mesma eficácia.


O espírito começa a resistir, ainda confusamente, ainda de forma fragmentada — mas ele resiste, ele luta.

Essa resistência assume várias formas: questionamento do sentido da acumulação, busca por vínculos reais, rejeição do egoísmo extremo, abertura, ainda que difusa, ao invisível

Nada disso é organizado — ainda, mas não precisa ser. 

São manifestações de um processo mais profundo: o início da desobsessão coletiva.

Contudo, devemos evitar determinadas ilusões - A obsessão não cessa suavemente. Ela se intensifica antes de se romper, os padrões tornam-se mais agressivos, a lógica da acumulação torna-se mais brutal, a desumanização torna-se mais explícita.

Isso não é fortalecimento -É a resistência final do padrão obsessivo.

Aqui reside a tarefa histórica dos conscientes, não como meros exorcistas no sentido vulgar, mas como agentes de reorganização.

A desobsessão coletiva não ocorrerá apenas por esclarecimento espiritual- nem apenas por transformação econômica: Ela exige ambos.

Exige: transformação das relações materiais, elevação da compreensão espiritual, reorganização da vida em bases não competitivas - Sem isso, o ciclo se recompõe.

Devemos, portanto, afirmar com clareza: o fim do capitalismo não é apenas uma necessidade econômica — é um processo de desobsessão em escala histórica.

Ele não elimina instantaneamente as tendências inferiores do espírito, mas remove o ambiente que as sustenta e as amplifica - E, ao fazê-lo, permite que outras formas de consciência emerjam.

Quando a obsessão enfraquece, algo novo torna-se possível - Não como milagre, mas como consequência: A percepção se amplia,a empatia se aprofunda,a separação se torna menos rígida,e aquilo que hoje aparece como exceção — solidariedade genuína, conexão profunda, sensibilidade ao outro —torna-se tendência dominante.

Nesse estágio, o capitalismo não precisará ser “derrotado” no sentido clássico - Ele simplesmente não encontrará mais sustentação psíquica nem forças negativas para sustenta-lo - ele será abandonado.

Como se abandona um hábito que já não faz sentido, e então compreenderemos, retrospectivamente: que aquilo que chamávamos de sistema econômico era, em grande medida,um estado coletivo de perturbação do espírito.

Encerramos, portanto, com uma afirmação que parecerá exagerada apenas aos que ainda estão imersos: O capitalismo não cairá apenas por suas contradições materiais - Cairá porque o espírito humano, em seu desenvolvimento, já não aceitará mais ser o veículo de sua própria obsessão.

E quando esse limite for atingido, não haverá reforma possível, nem retorno concebível.

Haverá apenas o que sempre esteve em gestação silenciosa: a reorganização da vida como expressão de um espírito finalmente menos dividido contra si mesmo.

Apenas quando a humanidade se elevar espiritualmente ela conseguirá se livrar do capitalismo e das influências obcessoras. 


- Natanael Corrêa dos Santos